segunda-feira, 6 de maio de 2013

História de Rei Congo



   Rei Congo é um Preto Velho amado por toda a Umbanda, pela sua humildade e serenidade.

    Ele foi escravo entre o século XVI e o século XVII, e desde sua juventude era um guerreiro, que lutava em prol de seus irmãos africanos que tanto sofriam nas mão de seus Coronéis e Feitores.

    A história diz que Rei Congo, que tinha seu nome de batismo como Octácilio, era um grande rezador e curador de doenças, ficando sendo conhecido entre negros e brancos pelo seus tratamentos das moléstias como a tuberculose, que na época exterminava muitas pessoas sem escolher cor nem raça.

    O negro Octácilio, certa vez após uma das filhas de um Coronel fazendeiro, chamado de "Senhor do café", ficar muito fraca com a famigerada doença assassina, a tuberculose, ficou muito conhecido em toda região pelo tratamento dado a pequena sinhá, através de seus conhecimentos de ervas utilizadas em chás e compressas, sanando assim todo mal estar sofrido por ela e curando-a de vez da tão maléfica doença. Após esse fato Octácilio começou a frequentar outras fazendas da região para, com sua sabedoria ajudar outras pessoas que sofriam além da famigerada tuberculose outros males que afligiam a tão covarde e intolerante classe branca e rica da época.
Com essas viagens de fazenda em fazenda, Octácilio começou a perceber que seus irmãos negros sofriam grandes humilhações e maus tratos dos então feitores que ordenados pelos coronéis, mandavam castigar na chibata e no tronco todos os negros sem que houvesse motivo para tal covardia.

    E foi assim que o jovem Octácilio tomou para si a vontade de lutar contra essas atrocidades, e dia após dia ele tomado por seu desejo de liberdade e também pela grande vontade de livrar seus irmãos das garras covarde de feitores e coronéis, ele decidiu então tentar a fuga, com o objetivo de mais tarde tentar ajudar os outros escravos a fazerem o mesmo.

    Enfim chega a noite da fuga, Octácilio e mais alguns negros, após um dia cansativo na preparação da terra para um novo plantio de café, conseguem fugir do cativeiro após dominarem o feitor e seus jagunços quando já iam acorrentar as portas do senzala.

    Vários negros fugiram, muitos deles foram recapturados e outros mortos, mas Octácilio conseguindo se embrenhar nas matas escuras conseguiu enfim a sua liberdade.

    A partir desse dia, Octácilio com a ideia fixa em tentar libertar seus irmãos escravizados, rogou a Pai Oxalá e a todos os Orixás que lhe mostrassem o caminho para que ele conseguisse o tal feito.
Após vários dias e noites fugindo pelas matas sagradas de Pai Oxossi, ele se depara com uma montanha, que na época era conhecida como "Monte dos Perdidos", essa montanha tinha centenas de caminhos que interligados chegavam a lugar algum, e apenas um caminho levava ao cume da montanha.

    Octácilio por algumas vezes já ouvira falar da lenda do "Monte Perdido", e sabia que o cume dessa montanha seria o lugar ideal para se abrigar e abrigar os negros que ele desejava libertar dos açoites e dos troncos destruidores.

    Em suas orações ele pediu aos Orixás Sagrados que lhe abrissem o caminho, e que ele conseguisse chegar ao cume da montanha sem se perder pelo labirinto que o levaria a morte.

    Foi ai que ele começou sua caminhada rumo a tão assustadora montanha, e sem se dar conta, subia a trilha de maneira tão segura e confiante que sem esperar em poucas horas já estava diante de um grande campo florido com um grandioso lago de águas límpidas. Ele admirado por tanta beleza daquela natureza que lhe foi entregue por Oxalá, ele se ajoelha e agradece pelo presente tão belo.

    E foi nesse belo e protegido lugar que Octácilio começou a sua luta de livrar da escravidão seus irmãos negros, pois ali estava nascendo o Quilombo do Congo" e também o sonho de ali ser o caminho da paz buscada pelos quilombolas.

    Entrando pelas fazendas cafeeiras durante as madrugadas, Octácilio começou a resgatar os negros escravos, levando-os para o Quilombo do Congo, e ali esses negros começaram a plantar, a construir seus lares e constituir família.

    Octtácilio escolhia os negros mais novos, fortes e ágeis, fazendo deles um grupo de guerreiros da mesma causa, ou seja libertar mais e mais escravos, e no primeiro grupo já preparado para ação, o negro Octácilio recebeu o nome de Rei do Quilombo do Congo, e todos a partir desse dia passaram a lhe chamar de "Rei Congo", como é conhecido até hoje nas casas de Umbanda.

    Certa vez, em mais uma das centenas de vezes que Rei Congo tentava buscar a liberdade para os negros escravizados, um certo coronel muito temido dentro da região fez com que seus feitores e centenas de jagunços ficassem de tocaia por vários dias e noites com intuito de capturar o libertador de escravos. E numa noite nebulosa no qual Rei Congo e seus guerreiros estavam prontos para mais uma ação, o velho negro Malaquias, que tinha o dom da vidência, disse ao seu Rei negro que aquela noite ele não deveria levar seus guerreiros, pois muitas mortes poderiam ocorrer, ele deveria ir só, pois apesar de ser muito perigoso seria dessa oportunidade que ele traria um grande aliado nas causas que lutavam.

    Rei Congo com toda sua humildade concordou com o velho Malaquias, e saiu só para essa missão, ao chegar a fazenda em questão, Rei Congo tenta chegar a senzala onde dormiam os negros escravizados. Porém a um certo momento Rei Congo se depara com um dos feitores da fazenda com dezenas de jagunços armados. O feitor o acorrenta em um tronco próximo a senzala, a espera do dia raiar e acatar as ordens do tão famigerado coronel.

    Rei Congo com olhar firme porém sereno, tenta buscar forças nas palavras do velho Malaquias, tentava entender todo o fato, toda a causa do acontecimento. Sabia ele que tudo que acontecera teria uma razão, porém até então não conseguia chegar numa resposta em que aquilo tudo poderia ajudá-lo na luta contra a escravidão.

    O sol raiou, e o feitor que ora tinha acorrentado Rei Congo, tinha um semblante cansado, parecia amargurado. Ele manda um dos seus jagunços levarem a notícia da captura do libertador de escravos ao coronel, que logo vem com as ordens de açoitarem o negro libertador até a morte, e que levassem o corpo dele a té ele, para junto a outros coronéis fazendeiros comemorassem a morte do tão temido Rei Congo.

    E foi dada a missão ao feitor de levar a morte a Rei  Congo por meio da chibata. E ele, o feitor, já preparado para o começo da tortura daquele corpo preso ao tronco de madeira por meio de correntes de aço, quando olha nos olhos de Rei Congo e diz se ele era o tal negro curador de doenças tão conhecido dentro da região por ter curado muitas pessoas da tão medonha doença, que na época era a tuberculose. Rei Congo, ainda com olhar sereno apenas balançou a cabeça afirmativamente. Então o feitor o livra das correntes e  se jogando aos pés de Rei Congo pede a ele para salvar a sua amada que se encontrava tísica, ela estava extremamente enfraquecida e sem nenhuma chance de sobreviver. Rei Congo estendendo a mão ao feitor, lhe pergunta se ele tinha fé, ele responde que sim, então Rei Congo diz que ele ia libertar sim a doce jovem dos males da tuberculose.

    O feitor, sabendo que teria que entregar o corpo de Rei Congo para os coronéis, resolveu então libertá-lo e seguir com ele e sua amada para o Quilombo do Congo. E assim foi feito, nesse mesmo dia saíram fugidos da fazenda rumo ao Monte dos Perdidos, e mesmo durante a viagem Rei Congo fazia seus chás e compressas para o tratamento da jovem Rosa, que dia após dia ia recuperando sua saúde. E ao chegarem a seu destino, com cuidados mais especiais, com o tratamento vindo das ervas e compressas sagradas do velho Congo, Rosa se recuperou totalmente, e em agradecimento o feitor, que tinha o nome de Amadeu, jurou lealdade a Rei Congo, que se transformou em um dos grandes guerreiros libertadores do Quilombo de Rei Congo.

    Apenas os guerreiros de Rei Congo sabiam o caminho correto para chegar ao "Monte dos Perdidos" que já estava sendo conhecido em toda a região como "Quilombo de Rei Congo". Como a quantidade desses guerreiros ainda era baixa, não davam conta de libertarem tantos escravos como era da vontade de Rei Congo, pois as viagens de ida e volta as fazendas eram longas, cansativas e perigosas, ele decidiu então montar pequenos quilombos que servissem de esconderijo para os quilombolas próximo ao quilombo principal, tentando assim conseguir um pouco mais de tempo para aumentar as ações contra a escravidão nas fazendas. Isso infelizmente durou pouco, pois mesmo em matas fechadas esses pequenos quilombos foram descobertos pelos Feitores e seus capatazes, ou pelos Capitães do mato contratados pelos coronéis fazendeiros que estavam a busca de seus escravos.

    Rei Congo então decidiu que mesmo com a demora das viagens e a dificuldade da subida ao "Monte dos Perdidos", seria melhor que os negros libertados fossem levados diretamente para um lugar seguro ao invés de acamparem nos pequenos quilombos a espera de alcançarem um número maior de quilombolas.

    E assim foi feito por longos anos, Rei Congo e seus guerreiros libertavam os seus irmãos escravizados, os levavam para o Quilombo, e lá eles plantavam, criavam animais, constituíram laços, cultuavam seus Orixás, viviam em paz e em liberdade.

    Muitos coronéis por anos tentaram alcançar o tão conhecido e guardado Quilombo de Rei Congo, muitos feitores, capatazes e Capitães do mato perderam suas vidas tentando decifrar o caminho correto que levava ao cume da montanha, mas nenhum desses tiveram êxito em seus
objetivos, pois ali além de ter grandes guerreiros que protegiam a entrada e o caminho do quilombo, tinha um Rei, um Rei protegido pelos Orixás, principalmente por pai Oxalá no qual o velho Rei Congo agradeceu por toda sua vida a luz dada para que ele encontrasse o caminho para sua libertação e a de centenas de irmãos negros.

    No final do século XVII, Rei Congo fez sua passagem para o mundo dos espíritos já com 90 anos de idade no corpo físico, e sendo agraciado por pai Oxalá a benção de poder vir a terra como Entidade de Luz para continuar libertando as pessoas da escravidão, porém com um trabalho ainda mais árduo, pois essa escravidão não são nas correntes de aço frio, mas da escravidão da inveja que consome a alma, da falta de humildade que magoa o espírito, do orgulho que destrói o perdão, da soberba que esmaga o ser, da falta de amor que escurece o caminho e principalmente da falta de fé que lhe desvia da evolução espiritual.


    Rei Congo preto velho calmo e sereno, humilde mas soberano, tem sempre  a palavra certa na hora certa, tem ensinamentos certos pros momentos certos. Com sua voz mansa e seu jeito peculiar de se sentar, ele é reconhecido por toda a Umbanda, e todos que já tiveram a oportunidade de poder ouvir seus conselhos em seu tom de voz sereno,, pode se considerar um abençoado por pai Oxalá..

    Rei Congo meu mentor, meu Vovô eterno, minha luz num caminho escuro, a ti peço a benção e proteção.

    Saravá Vovô Rei Congo, Adorei as Almas.


Carlos de Ogum.

62 comentários:

Aninha S. disse...

Saravá vovô Rei Congo, Adorei as Almas ♥

Pri disse...

Linda história de luta e fé, Salve Vovô Rei Congo que com sua calma e sabedoria nos ensina tanto!

Anônimo disse...

Saravá os pretos velhos!

Binee disse...

"Salve Rei Congo! Guie meus passos e de meus irmãos hoje e sempre... Adorei as Almas!"

Marjory Fabiany disse...

Simplesmente linda essa história do Vovô Rei do Congo, esse mesmo que curou meu tio, tenho muita devoção a ele. Saravá!
Continue sempre nos ensinando e encantando com essas histórias. Abração

Anônimo disse...

"Linda história que nos mostra que com a fé nos Orixás conseguimos a força necessária para perseverar na luta pelo bem!! Que Oxalá continue iluminando Rei Congo
para que ele possa nos libertar das "correntes" e "chibatas" que nós mesmos colocamos em nosso caminho! Que um dia Oxalá permita com que eu seja abençoada com algumas
palavras de Rei Congo! Axé! :)

Talita Sousa.

Anônimo disse...

Gostaria tanto de ser abençoada pelas lindas palavras de Rei Congo,
poder um dia ter a honra de sentar ao ladinho dele e aprender tantas
coisas.

Mari Rodrigues.

Anônimo disse...

Maravilhosa história desse divino Preto Velho. Axé e a benção Vovô.

Claudio Santos.

Anônimo disse...

Saravá Vovô Rei Congo, adorei as Almas.

Pedro Costa.

Anônimo disse...

Nossos irmãos de nosso terreiro saldam esse divino Preto Velho, pedimos
sua benção querido vovô. Adorei as Almas, adoramos Vovô Rei do Congo.

Francisco de Oxum - e os filhos do Terreiro Espírita Mamãe Oxum

Anônimo disse...

Rei Congo caridoso Preto Velho, em tuas mãos entrego meu corpo para que me alivie dos males físicos. A sua benção e proteção para mim e minha família.

Teresa de Aquino e família.

Anônimo disse...

Chorei ao ler essa historia, senti a imensa força e fé desse maravilhoso preto velho. Obrigado por nos dar esse presente no mes dos vovôs e vovós
Saravá Vovô Rei Congo.

Monique Miranda.

Anônimo disse...

Que linda história!!! Me emocionei, Rei Congo é preto-velho do meu marido!!!
Saravá Rei Congo peço sua benção e proteção!

Anônimo disse...

Adorei as Almas! Salve Vovô Rei Congo que continua a nos libertar! Maravilhoso, estou encantada! Elizabeth Wyara

Anônimo disse...

Grande Rei Congo, meu querido e amado preto-velho! *-* Adorei as almas! Lindíssima história de luta, fé, coragem e sobrevivência! Tenho mais que orgulho em tê-lo como mentor! *--*

Cleber Santos disse...

POR CARA EU CHOREI COM COM A HISTORIA DO MEU VO REI CONGO, EU TRABALHO COM ESSA ENTIDADE E AMO MUITO ELE, ELE SEMPRE ESTA ME ABENÇOANDO, ELE E TUDO NA MINHA VIDA!!!

haga ribeiro disse...

Adorei as almas!!!Salve Rei Congo meu amado padrinho,a sua benção.

Anônimo disse...

Que linda história desse tão divino e guerreiro Preto Velho. Adorei as
Almas. Salve Vovô Rei Congo. Tatiane Marinho

Anônimo disse...

Adorei as Almas, salve salve esse vovozinho tão amado. Sei Pai Carlos
que é Vovô Rei Congo que é o mentor de sua coroa, e sei que é ele com
todas as outras entidades trabalhadoras que tanto fazem pela caridade no
seu terreiro. Essa foi uma linda homenagem ao Vovô Rei Congo. Amei esse
texto. Muito Axé.

Anônimo disse...

Adorei Rei Congo. Salve as Almas.

Anônimo disse...

linda historia fico feliz pos trabalho com esse nego veio amo de mais.

Alex Lima disse...

Salve as almas!!
Recentemente conheci a umbanda e entrei para a corrente.
Onde hoje recebo o Rei Congo e sou muito agradecido e lisonjeado por ele ter me escolhido.
Salve as almas!
Salve umbanda universal!
Salve Rei Congo!

Camila Oliveira disse...

Rei Congo meu vovô mais lindo... É luz que ilumina nosso congá!!!

Mano Gueto disse...

Também tenho a dádiva de trabalhar com esse Preto Velho magnífico, passivo e ao mesmo tempo agitado, conhecedor dos mistérios, destacasse sempre quando dança, gesticula abrindo os braços para o céu como louvando a Deus nosso Senhor, outrora ginga como se jogasse capoeira. . Salve o Rei de Congo!

jose pereira todrigues viu disse...

Tambe fui curado por ele

Anônimo disse...

Salve esse vovô adorado. Passei a conhecer ele pelo blog e simplesmente me apaixonei por esse velhinho tão caridoso. Adorei Rei Congo. Adorei as Almas. Fernanda de mello Freitas

Anônimo disse...

Salve esse grande vovô destribuidor de carinho e lições. Salve o Vovô
Rei do Congo. Matheus Lima

Anônimo disse...

Maravilhoso Vovô sagrado. Saravá Rei Congo.

Anônimo disse...

Linda historia desse grande preto velho amado por todos. Saravá Rei
Congo. Marilia Dias

Anônimo disse...

Adorei as Almas. Adorei Rei Congo. :)

Anônimo disse...

Gostaria muito de ter uma consulta com esse vovô gracioso e corajoso.
Adorei as almas. Janette Freitas

Anônimo disse...

Pai Carlos, como o senhor sabe eu lhe adotei como meu Pai de Santo. E
como sei que o senhor trabalha com esse vovozinho querido, considero
ele meu padrinho agora. É de uma humildade linda os pretos velhos. Amo
todos e amo Rei Congo. Juliana Resende. Duque de Caxias RJ

Anônimo disse...

Uma luta de amor e de fé. Saravá Rei Congo. Obrigado Carlos de Ogum
por nos presentear com essa história. Marcos de Xangô.

Anônimo disse...

Pai Carlos amei a historia do vovô Rei Congo. Esses velhinhos são adoráveis demais. Quanta fé e carinho. Obrigado por nos presentear com esses fatos. Beijos. Fernandinha do Axé.

Anônimo disse...

Rei Congo é sem duvida um guerreiro de Jesus. Sua bondade e sabedoria são exemplos. Saravá Rei Congo. Adorei saber sua historia meu velho amado. Andreia da Silva

Anônimo disse...

Saravá guerreiro do Congo. Salve sua banda e sua coroa. Marcos Alberto

Anônimo disse...

Adorei as Almas. Salve vovô Rei Congo. Mariane do Rego Faria.

Andressa Ramos Couto de Lima disse...

Salve o vovô Rei Congo. Salve a coroa de Pai Carlos de Ogum. Obrigado pelos ensinamentos passados a mim por esse Preto Velho. Obrigado Pai Carlos pela atenção cedida ao meu problema. Saravá.

Pâmela Casadio Aleixo disse...

Amigo Carlos, talvez você não se lembre de mim, mas lhe conheci a muitos anos atras e conheci o vovô Rei Congo no Tenda Mirim, na Mosela em Petrópolis. Foi um periodo extremamente dificil para mim na qual eu só pensava em tirar minha vida. Fui a tenda falei com o vovô Rei Congo, fiquei conversando com ele por uns 20 minutos, e ele nesse tempo me mostrou tanta coisa boa da vida, que eu sai dali com as esperanças renovadas. Superei tudo, fui lá mais algumas vezes falar com esse amado vovô. Me mudei para Niterói, e quando voltei você já não mais trabalhava no Mirim. Uma pena. Procurei em alguns terreiros, queria muito agradecer o Rei Congo por tudo. Lendo esse post, tive certeza que era o Carlos do Tenda Mirim. Desculpe se eu estiver enganada. Pediria se caso for realmente, me responda confirmando. Queria agradecer por tudo. E manter contato pelo email. Obrigado. Paz sempre.

Carlos de Ogum disse...

Cara Pamela, sim, fui filho da casa Tenda Mirim durante algum tempo, e hoje nós somos do Terreiro Pai Ogum Megê, com o vovô Rei Congo sendo o mentor da casa e trabalhando em prol da caridade sempre. Desculpe, mas não me recordo pois são muitas pessoas, mas se desejar entrar em contato, o e-mail é: umbanda.yorima.rj@hotmail.com Paz e Luz para ti,

Axé!

Tatá Gabrielle disse...

Uma das mais lindas historias umbandistas que ja li. Maravilhoso esse vovô. Salve Rei Congo.

Anônimo disse...

Rei Congo guerreiro do quilombo salvados dos negros. Saravá Vovô Rei.

Rafinha Gatinha disse...

Uma esperança de viver lendo essas historias. Amo. Salve Rei Congo. Adorei os Pretos velhos

Lucinéia Rodrigues disse...

Uma maravilhosa historia, bem contada e lindamente dramatizada. Tenho muita fé em Rei Congo, e para mim esse texto teve um gosto especial. Axé.

Angélica disse...

Amado Rei Congo. Sua benção e proteção. Amo esse vovô. Sabendo dessa historia pra mim foi um presente antecipado de natal. Saravá Rei Congo.

Cigana Mariana disse...

Saalveeeeeeeee Rei Congo. Saravá. Que maravilha de vovô. Linda historia desse guerreiro do bem

Luanne disse...

Esse é amado mesmo. Eu venero esse vovô. Amei de coraçao saber da historia desse vovô. Salve Rei Congo

Adriana Nunes disse...

Que linda historia, que bom que conheci o senhor Pai Carlos, eu tenho adoração por Rei Congo, e saber que tem ele sendo seu mentor e eu ter a oportunidade de mandar meu carinho a ele me deixa muito feliz

Anônimo disse...

Adorei Rei Congo. Linda historia.

Flavinha disse...

Salve o Preto Velho Rei Congo. Salve sua coroa Pai Carlos. Uma historia emocionante demais. Adorei. Bença.

Anônimo disse...

Essa história de fato é linda, esse vovô Rei Congo tive o prazer de ser escolhido por ele. Não só em sonho mas ser confirmado na incorporação por uma preta velha chamada Maria Conga do Rosário. Saravá ao vovô Rei Congo, eu adorei as almas!

Homero Rodrigues disse...

É com um enorme orgulho e prazer que desfruto desta história sobre o preto velho que fui abençoado de ter em minha caminhada. Agradeço á Oxalá e ao meu PAI Oxóssi por ter em minha vida este lindo preto velho Rei Congo que é fonte de sabedoria e humildade. Adorei as Santas Almas Benditas, Adorei Rei Congo. Ogan Homero

Amanda disse...

Salve vovô Rei Congo. Adorei as Almas.

Alipio Dias disse...

Salve Rei Congo, Rei de todos os Pretos Velhos. Adorei as Almas.

Filha De Oxum disse...

Amo o vovô , a primeira vez que ele veio na minha cabeça eu não tinha nada , estava humilhada sem poder terminar uma construção no terreno que minha mãe me deu e depois que fiz obras me tomou .
Em uma noite deitada em minha cama o vovô Rei do Congo incorporou em mim e disse para o
Meu marido que queria uma roupa para ele e que o terreno que meu marido estava já tendo como perdido pois não pagava há 4 meses às parcelas , aquele terreno era do vovô e ele queria que fizesse o almoço lá no dia dele .
Isso foi em outubro do ano passado
Este ano em maio fizemos o almoço do vovô . E o terreno que o meu marido já havia começado à pagar antes de me conhecer e que por lei eu não teria direito.
Quando fomos conversar com os até então donos do terreno , eles perdoaram a dívida , fizeram um novo documento em meu nome e as parcelas que já haviam sido pagas antes do atraso se tornaram em entrada entrada para a recompra . O terreno que minha mãe me tomou tem 54 m quadrados em Nova Iguaçú RJ o que o vovô me deu tem 800 m quadrados na cidade de Saquarema Região dos Lagos RJ.
Eu louvo às almas pois eu agradeço à eles por tudo .
Ao vovô a vovó Cambinda por tudo que tem feito por mim e tem feito muito.
E a todos os Orixás.

Regina Santos disse...

Maravilhoso vovô. Salve Rei Congo

Oswaldo de Xangô disse...

Salve seu Mentor meu irmão. Linda historia de nosso querido Rei Congo

leo disse...

Uma grande história de um verdadeiro libertador. Adorei ad almas.

Anônimo disse...

MUITO IMPORTANTE TUDO ISSO


Natanne Amorim disse...

Linda historia que força e que fé adorei Rei Congo

Oscar disse...

Es maravilloso mi pai Rey Congo, lo tengo y trabajo con el, siempre con sus cosejos de esperanza y amor hacia los consultantes, mi familia toda es enamorada de este preto vello.

Anônimo disse...

Maravilhoso demais esse vovô. Amo Rei Congo

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