domingo, 20 de setembro de 2015

Falangeiros de Pai Xangô

                     


    Mais uma vez vamos falar sobre falangeiros, dessa vez será os
Falangeiros de Xangô, o nosso amado Orixá da justiça, protetor dos
estudantes, o Pai e regente da inteligência humana, o dito senhor,
o Rei.


    Relembrando, os Falangeiros são as Entidades que vem logo após o
Orixá dominante, eles comandam as legiões de Entidades e Espíritos que
se afinizam na vibração do Orixá que os governa. Em algumas casas
podem também ser chamados de "qualidade do Orixá".

    No caso de Xangô é dito que seus Falangeiros fazem parte de sua
família, ou seja, como diz a lenda os aparentados de Xangô, como
irmãos, primos, etc. São as qualidades desse Orixá, se tornando a sua
Falange dentro da Umbanda.

    Os Falangeiros de Pai Xangô são divididos da seguinte maneira:

1. Dadá, 2. Afonjá, 3. Lubé, 4. Agodô/Agogo, 5. Koso, 6. Jakuta,
7. Aganjú, 8. Baru, 9. Oloroke, 10. Airá Intile, 11. Airá Igbonam,
12. Airá Mofe, 13. Alafim.

    Abaixo descreveremos qual o Orixá que vibra com cada um desses
Falangeiros:

1. Dadá: Vem em vibração com Nanã Buruquê, Iemanjá e Oxum.

2. Afonjá: Vem em vibração com Iansã, Oxalá e Ogum (mesmo existindo
demanda entre Xangô e Ogum)

3. Lubé: Vem em vibração com Obá, Oxum e Iansã.

4. Agodô/Agogo: Vem em vibração com Iansã, Oxum e Iemanjá.

5. Koso: Vem em vibração com Obá e Iansã.

6. Jakuta: Vem em vibração com Olorum e Iansã.

7. Aganjú: Vem em vibração com Ogum, Obaluaiê/Omulú e Oxum.

8. Baru: Vem em vibração com Iansã, Oxalufã (Oxalá na forma idosa) e
Omulú.

9. Oloroke: Vem em vibração com Ewa, Nanã Buruquê, Omulú e Obaluaiê.

10. Airá Intile: Vem em vibração com Oxalá, Iemanjá e Oxum.

11. Airá Igbonam: Vem em vibração com Iansã e Exú.

12. Airá Mofe: Vem em vibração com Oxum.

13. Alafim: Vem em vibração com Oxalá, Ogum e Oxossi.


    Abaixo vamos falar um pouco de cada um desses Falangeiros.

Dadá:

    Xangô Dadá, conhecido também como Dadá Ajaká ou Bayanin, é um
Falangeiro de forma madura, que se demonstra bem ativo e concentrado a
tudo e a todos. Normalmente aprecia as cores das vestes em azul e
roxo, e usa uma coroa de búzios chamada de "Adê Bayani".

    Dadá Ajaká é visto como protetor e cuidador das crianças, tem
gestos calmos e pacíficos, não demonstra força física, mas tem grande
poder em demonstrar a inteligência.

AFONJÁ:

    Xangô Afonjá, também conhecido como Obá Afonjá, é um falangeiro
jovem, porém maduro. Sábio, feiticeiro, de espírito libertino,
galante, obstinado. Muito orgulhoso, jamais perdoa um inimigo, dizem
que as vezes pode ser até um pouco violento. Adora uma peleja.

    Aprecia as cores marrom e vermelho em suas roupagens, traz nas
mãos um talismã como proteção, dizem que esse talismã foi lhe dado por
Iansã, mandado pelo próprio Obatalá.

    Esse falangeiro tem como característica a grande peleja com Ogum e
seus falangeiros. Ele é senhor dos raios, e com eles que ele liberta
seus filhos das mazelas.

    Se acredita que Xangô Afonjá tenha sido o primeiro Orixá a ser
cultuado no Brasil.

Lubé:

    Xangô Lubé, também conhecido como Obá Lubé, é um falangeiro de
forma jovem, batalhador, guerreiro e dominador. É dito que foi nessa
forma que ele destronou do reino de Oyó seu irmão Dadá Ajaká.

    Os trabalhos de Xangô Lubé tem fundamentos com as Orixás Oxum,
Iansã e Obá, fazendo assim a forma triangular tendo Lubé ao centro
para firmamentos. Portanto ao chegar ao terreiro, ele vai em busca
dessas falangeiras das Orixás, caso houver algum médium com essa
irradiação, após a incorporação, eles dançam juntos.

    Aprecia as cores vermelho e branco para sua roupagem, e determina
que deverá ter algum tom de amarelo e azul.

Agodô/Agogo:

    Xangô Agodô, também conhecido como Agogo ou Ogodo, é um falangeiro
de forma idosa, visto como radical e bruto. Nessa forma ele tem  a
tradição de dar ordens e detesta ser desobedecido.
    Agodô é o que determina a hora dos raios e trovões. E ele que rege
os tremores de terra e o fogo. Dizem que foi ele que destruiu o
próprio reino jogando raios e fogo sobre suas terras.

    Aprecia as cores marrom e branco em suas roupagens, mas tem mais
apreço apenas em roupas brancas. Ele também tem apreço pelos dois Oxês
(machados de corte), que tem dois gumes, e sempre os carrega mostrando
a todos no momento de sua dança de chegada.

Koso:

    Xangô Koso, também conhecido como Obakossô, é um falangeiro na
forma jovem, determinado, guerreiro, que busca vencer todos os
obstáculos e fazer de tudo para chegar a seu objetivo.

    Koso em suas vindas aos terreiros, temos que observar muito bem o
momento de sua chegada, pois ele e intempestivo, podendo estar em
diferentes estágios, ou seja, um falangeiro de Xangô na forma de Koso
podem ser serenos, tiranos, cruéis, agressivos, severos, amorosos ou
moralistas. Portanto não se deve levar falsos problemas a esse
falangeiro.

    Aprecia as cores vermelho e branco em suas roupagens.

Jakuta:

    Xangô Jakuta, também conhecido como Jakutá, é um falangeiro na
forma idosa, é aquele que atira as pedras, é a encarnação dos raios e
trovões. É a própria ira de Olorun, o Deus criador. É o senhor do
"edun ará", a pedra de raio.

    Jakuta tem espírito de um velho pensador, justiceiro, incansável,
brutal, colérico, impiedoso, preocupado com a causa dos outros. Está
sempre tentando buscar todo tipo de ajuda a quem realmente necessita.

    Aprecia as cores branca, marrom e amarela em sua roupagem, e tem
nas mãos um Oxê (machado de corte) que ergue como se estivesse obtendo
forças do céu.

Aganjú:

   Xangô Aganjú, é um poderoso falangeiro que é o senhor dos vulcões,
das montanhas e da terra. Ele é visto como o falangeiro que estava
presente na criação da terra.

    Ele é conhecido também como falangeiro das terras incultas, senhor
das cavernas.

    Aganjú é um doador de força e da saúde. É o transportador da carga
(os ombros e as costas pertencem a ele), é o defensor dos menos
favorecidos, oprimidos e escravizados.

    Aganjú fornece acesso ao desconhecido, as profundezas no qual o
mundo foi e é criado. Ele é o governante que propicia acesso a todas
as áreas inexploradas, inacessíveis. Ele, propicia, também, acesso a
climas hostis e potencialmente hostis à existência humana, como o
deserto, floresta, Ártico, Antártico, a altura das montanhas, grutas,
cavernas, abismos, minas e etc.

    Aganjú se encontra nas profundezas da terra, dos oceanos, nas
profundezas do espaço, na energia que ainda não foi explorada, na
compreensão da mente e da emoção. Aganjú é o guardião, o canal através
do qual, profundidades inexplicáveis das emoções, humanas, são vividas
e expressadas. Medos paralisantes são do âmbito de Aganjú, é através
dele que aprendemos a suprir nossos medos. Quentes emoções, perigosas,
mortal, incontroláveis é Aganjú.

    Aganjú tem uma estreita ligação com Oxum. Eles estão ligados de
diversos modos: pela emoção, Aganjú é a emoção em sua forma bruta, a
profundidade da emoção. Encarnação grosseira, rude. Em quanto Oxum, é
a profundidade da emoção e sua forma suave, em sua forma comovente,
doce. Amargo e doce. Aganjú explora, supera e vence o rio à cima. Em
quanto Oxum, promove o comercio e as relações, pelos mesmos meios.
Aganjú supera os obstáculos para ver o que está do outro lado. Oxum,
planta a cultura e traz a luz da civilização. Aganjú é o proprietário
do rio e o deu para Oxum.  Aganjú é a abertura de novas
possibilidades, o inesperado. É, também, todas as riquezas do mundo.
Aganjú é o desafio, a luta do impedir, do desejo que leva a
superá-los. Aganjú é primordial. O homem do fogo de todos os tipos, o
sol e outras estrelas e cometas.

    Aprecia as cores azul e vermelho em suas roupagens, e sempre
carrega em uma mão um Oxé e na outra uma espada.

Baru:

    Xangô Baru, também conhecido como Obá Irú, é um falangeiro de
forma jovem, muito astuto e humilde. Ele também e muito desconfiado e
extremamente elegante e hospitaleiro. Deixando seus filhos sempre a
vontade em falar sobre qualquer assunto, desde que não tenha nenhuma
ligação com a morte.

    Ele tem como finalidade buscar Omulú e seus falangeiros para assim
poder ficar em terra, pois Baru tem aversão a morte, e sempre entrega
o ambiente de trabalho antecipadamente a Omulú para que os Eguns sejam
levados para longe dele.

    Baru é o senhor absoluto dos raios, trovões e do fogo, em todas as
suas formas.

    Aprecia as cores branco, ou vermelho raiado de branco em suas
roupagens. Normalmente carrega uma coroa com pontas em formato de fogo
sobre sua cabeça, demonstrando assim ser o grande senhor do fogo.

    Quando chega em terra muitos acham que pode ser um falangeiro de
Ogum, pois ele chega parecendo estar sobre um cavalo, mas ele se
apresenta dessa forma para demonstrar o grande orgulho que tem por ter
sido presenteado por Oxalá com um cavalo branco, quando ele foi a uma
visita ao reino de Xangô na cidade de Baru.

Oloroke:

Xangô Oloroke, também conhecido como Olorokê, é um falangeiro da forma
idosa. Ele é o dono das montanhas, tem o poder sobre as pedras.

    Oloroke tem a mesmas tradições de trabalho e modo de agir como o
falangeiro Xangô Agodô, e assim pode ser muitas vezes confundido com
ele dentro dos terreiros, porém são falangeiros distintos.

    Aprecia a cor branca com detalhes marrom em sua roupagem, e sempre
demonstra sua força segurando um Oxé em uma das mãos, o erguendo como
estivesse em guerra contra o mal, soltando um grito forte como trovão.
Sendo esse Oxé na cor prateada.

Airá Intile:

    Xangô Airá Intile, também conhecido como Intilé, é um falangeiro
de forma jovem para madura. Ele demonstra sua força nos trovões
longos, e tem uma personalidade difícil, sendo até rebelde.

    Por essa rebeldia, Airá Intile está sempre sendo conduzido por
Obatalá, sendo assim todos os filhos trabalhadores em prol da caridade
que carregam esse falangeiro na coroa, devem ter por obrigação uma
guia de contas leitosas, sendo essas contas divididas entre uma conta
vermelha e uma conta branca alternadamente.

    Aprecia a cor branca em suas vestes, e em algumas ocasiões pode
estar com um oxé na mão e em outras ocasiões uma espada.

    Ele é também relacionado com os raios, mas também tem uma grande
ligação com os vendavais, furacões e redemoinhos.

    Em muitas casas Airá Intile não é visto como um falangeiro de
Xangô, pois os mesmos tem uma grande quizila, mas não devemos julgar
quem o vê como um falangeiro, temos que respeitar todas as opiniões.

Airá Igbonam:

    Xangô Airá Igbonam, também conhecido como Airá Igbonã, Agoynham ou
Ibonã, é um falangeiro muito jovem, brincalhão bastante intolerante e
aprecia muito dançar. Ao chegar ao terreiro se demonstra receptivo,
sorri largamente, chamando atenção de todos.

    Ele é conhecido como o Pai celeste do fogo, senhor das fogueiras e
dono das brasas. Em algumas casas ele faz questão de caminhar sobre
essas brasas para demonstrar que o médium está realmente incorporado
com ele.

    Também como Airá Intile, ele pode não ser reconhecido como um
falangeiro de Xangô em algumas casas.

    Ele aprecia e faz questão de cor branca em suas roupagens, para
que assim mostre a todos que foi ele que auxiliou a Obatalá quando
esse necessitou de ajuda.

Airá Mofe:

    Xangô Airá Mofe, também conhecido como Mòfé, Modé, Alamodé,, Osi
ou Adjaos, assim como Airá Intile e Airá Igbonam em muitas casas não é
visto como um falangeiro de Xangô. Mas aqui vamos falar dele conforme
os preceitos de falangeiros irradiados pelo nosso Orixá da justiça.

    Airá Mofe é um falangeiro na forma idosa, tem como modo de
apresentação um jeito muito mais delicado e ardiloso. Em rituais na
Umbanda a sua chegada por muitas vezes se confunde com a chegada de
Oxum, pois ele chega por muitas vezes chorando, demonstrando emoção ao
máximo.

    Ele é visto como o Pai das águas quentes, está sempre em trabalho
com Oxum, e quando em incorporação em um médium, logo que chega na
roça vai em busca de um médium com um falangeiro da Orixá da
cachoeira. Ele não é muito difundido nos terreiros, talvez pelo jeito
emotivo ao extremo.

    Aprecia extremamente as cores brancas e azuis em suas roupagens,
podendo ter em alguns casos os tons de amarelo ou dourado. Normalmente
sempre pedem uma guia de contas leitosas na cor azul, e sem ela não
vem ao terreiro.

Alafim:

    Xangô Alafim, é o falangeiro mais conhecido entre todos os outros.
Ele é um falangeiro na forma bem jovem, um grande guerreiro, dedicado
a vencer todas as mazelas e pelejas que por ventura passem pelo seu
caminho. Não teme nada nem a ninguém.

    É dito que Xangô Alafim foi o primeiro  falangeiro de Xangô a vir
a terra, ele e considerado o grande pai, o poderoso, o Xangô Branco,
talvez por sua adoração nessa cor, sendo ela a cor de todas as suas
roupagens. Também é chamado assim  pela sua grande ligação com Oxalá.

    Em alguns casos Xangô Alafim pode vir de vestes brancas e detalhes
em vermelho, isso quando vibra com Ogum, e em outros casos de branco
com detalhes em verde, isso com a vibração vinda com Oxossi, mas a
normalidade mesmo e ele se apresentar todo de branco.

    Independente da roupagem, Alafim sempre traz nas mãos um Oxé e
uma espada, fazendo sua dança como se cortasse o ar com suas
ferramentas.

    Xangô Alafim tem como personalidade uma demonstração de força
extrema, quando em consulta com quem a ele busca ajuda, ele olha
penetrante dentro dos olhos do consulente, buscando o sofrimento da
alma de cada um, para que assim veja com clareza se esse consulente
está realmente com um problema que afete sua caminhada rumo a
evolução, ou se é um problema criado na mente da pessoa. Se ele
entender que a justiça deve ser feita nessa busca de ajuda, pode ter
certeza que ela vem. Mas caso perceba que o consulente busca algo que
não é exclusivamente algo em prol da caridade de um semelhante, ou
algo que fará esse consulente se desviar do caminho a evolução, como
fazer mal a um irmão, desejar algo de terceiros, entre outras vontades
supérfluas, ele mostrará que a justiça divina é feita para todos,
tanto para quem pede o mal, quanto para quem deseja o bem.


    Todos esses falangeiros tem uma coisa em comum, a liderança e a
justiça. Independente da irradiação que ele venha eles tem como regra
a força da pedreira, tendo seus elementos sendo o ar e a terra, o dia
da semana para todos é na quarta feira. onde tem a vibração maior.
Eles vibram na linha da justiça e do conhecimento (estudo de maneira
geral), equilíbrio das forças de um modo geral, ligadas a questões de
Justiça.

    Em relação com o sincretismo, não seguem a mesma linha, conforme
descrevemos abaixo:

1. Dadá: Sem sincretismo.
2. Afonjá: São Pedro - 29 de junho.
3. Lubé: Sem sincretismo.
4. Agodô/Agogo: São João Batista - 24 de junho.
5. Koso: Sem sincretismo.
6. Jakuta: Sem sincretismo.
7. Aganjú: São José - 19 de março.
8. Baru: Sem sincretismo.
9. Oloroke: Sem sincretismo.
10. Airá Intile: Sem sincretismo.
11. Airá Igbonam: Santo Antônio - 13 de junho.
12. Airá Mofe: Sem sincretismo.
13. Alafim: São Gerônimo - 30 de setembro.


    Xangô e seus falangeiros são nossos protetores. Devemos confiar na
justiça por eles determinada, confiança nessa falange de trabalhadores
incansáveis, que estão sempre buscando formas de acalentar nossa
caminhada rumo a evolução espiritual.

    Salve Xangô!

Salve os Falangeiros de Xangô!

Caô Cabecile Axé!


Carlos de Ogum

38 comentários:

Aninha de Iemanjá disse...

Belo ensinamento, meu Padrinho.

Salve os Falangeiros do Rei da Justiça,
Salve Xangô,
Kaô Kabecilê!!!!

Cris Moço disse...

Salve!!! Salve!!! Lindo texto!!!

Anônimo disse...

Bom texto para aprendizagem. Saravá Xangô. Matheus

Gizele Aquino disse...

Salve nosso Pai Xangô!!! Salve o Rei das Pedreiras

Kaô Kabecilê Xangô

Anônimo disse...

Caô Cabecile Xangô. Salve seus Falangeiros. Reinaldo Azevedo

Anônimo disse...

Parabéns Pai. Grande texto sobre os Falangeiros. Estou aguardando os de Mãe Iemanjá. :) Beijos. Marcinha Lins

Anônimo disse...

Bem complicado essa colocação de Falangeiros, eu nunca entendi bem. Mas seu texto ja me deu uma ideia de separação. Obrigado. Paulo Gomes

Jomar disse...

boa noite sou novo na religião e também busco muito conhecimento como todos aqui acompanho o blog aqui com muito carinho e gosto muito dos post, mas estou com uma dúvida as falanges acima seriam representativa apenas do candomblé ou serve pra umbanda também

Anônimo disse...

Parabéns pelo texto!!! Salve Xangô!!! Kaô kabecilê!!! Salve os falangeiros!!! Precisamos muito de sua justiça pai Xangô!!! Priscila

Anônimo disse...

Obrigado por essas informações que para mim são muito valiosas.
Abraços. Sávio Moura

Anônimo disse...

Eu sou filho de Pai Xangô, já me disseram que meu falangeiro é Xangô
Alafim, gostei muito de saber sobre ele. Caô. Frederico Batista.

Anônimo disse...

Muy buena su texto, me ayudó a entender esto más Orixa. Parabenos
abrazos. Pablo - Argentina

Ritinha disse...

Obrigado por esse esclarecimento. Axé. Rita Cândida.

Anônimo disse...

Um texto para ser lido e guardado. Ensinamentos otimos. Abraços.

Anônimo disse...

Salve todos os falangeiros. Saravá Xangô. Thais Mendes

Anônimo disse...

Muito bem explicado. Parabéns. Reinaldo Azevedo

Anônimo disse...

Gostei demais desse post, eu tenho um xodó com Pai Xangô, e saber de
seus falangeiros foi muito legal. Catarina Rivera

Anônimo disse...

Caô Cabecile. Saravá os falangeiros de Xangô. Gustavo Montes.

Anônimo disse...

Cada nome dificil de guardar. Mas adorei o ensinamento. Axé. Ritinha.

Anônimo disse...

Como saber qual é o falangeiro que eu trabalho? Jogaram buzios e
falaram que eu era filho de Xangô. Aguardo resposta. Marcos de Paula.

Anônimo disse...

Muito interessante. Eu nem imaginava que existia tantos falangeiros
assim para Xango. Cao. Ricardo Magalhães.

Carlos de Ogum disse...

Caro Marcos, para saber qual o falangeiro com o qual você trabalha, deverá fazer parte de um terreiro, entrar em desenvolvimento mediúnico, e na incorporação desse falangeiro ele próprio dará o nome e riscará o ponto para a confirmação.

Axé!

Carlos de Ogum disse...

Caro Jomar, esses falangeiros são cultuados tanto no Candomblé quanto na Umbanda. Só frisando que em muitas casas de Umbanda falam apenas Xangô e não descriminam todo o nome do falangeiro.

Axé!

Anônimo disse...

Obrigado por nos manter informados sobre tantas coisas legais.
Parabéns.

Anônimo disse...

Muito bom Pai Carlos. Gostaria de saber também sobre falangeiros de
Iansã. Obrigado. Maria de Fátima Cardoso

Anônimo disse...

Salve todos os falangeiros. Salve Pai Xango.

Jomar disse...

vlw carlos muito obrigado pela informação e é sempre um prazer visitar esse site que contém muitas informações e mensagens maravilhosas axé

Anônimo disse...

Salve salve salve Xangô e seus falangeiros. Salve todos falangeiros de todos Orizxás

Anônimo disse...

Salve os falangeiros de Xango. Daniela

Juarez de Xangô disse...

Muito interessante esse post de falangeiros. Mais lições para mim. Abração

Anônimo disse...

Sarava todos os Falangeiros. Salve Pai Xangô.

Marcio disse...

Cao cabecilhe Xango. Salve salve seus Falangeiros meu senhor da justiça.

Anônimo disse...

Kao Kao aos falangeiros do senhor da justiça. sarava

José Lázaro Santos disse...

Gostei!

José Lázaro Santos disse...

Kaô ! Kabiecile!

Anônimo disse...

Salve Xangô Caô

Senhorita disse...

Cao os falangeiros de Xango

GRACIANE disse...

bom dia poderia me falar sobre xango agojo

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